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28.4.09

Nem tudo é o que parece

Quadros próprios como antigamente, onde faxineiros e serventes acabaram virando chefes de gabinete para efeito de aposentadoria não acontecem mais. Essa forma de terceirizar serviços na administração pública vem em economia para a própria instituição, bem como na melhoria na qualidade dos serviços. Funcionário que não presta, substitui-se e não tem toda aquela carga emocional que havia antigamente por se tratar de funcionário que foi colocado – antigamente não tinha concurso – pelo ex-deputado tal, gente tão boa e coisa assim. Claro que essa modalidade abre flancos para protecionismos, mas muito mais leves para administração do que a vinculação direta. Em se tratando de funcionário que atende parlamentar então nem se fala. Com a atual rotatividade então nem se fala. Eles vêm com seus assessores, trabalham, perdem eleição e levam todos embora. Tanto a Câmara de vereadores quanto a Assembléia Legislativa hoje em dia está muito mais enxuta do que no passado e com despesas de pessoal proporcionalmente bem menores. Ainda tem o que enxugar, assim como não mais fazer concursos para atividades não afins, como profissionais de saúde é um exemplo, e sim os das carreiras inerentes às funções legislativas e de serviços internos administrativos essenciais, assim como redatores, jornalistas, taquígrafos, advogados e afins. Combater os cargos comissionados é desconhecer os meandros da administração pública e o seu custo real.

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