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5.5.09

E por falar nelas

Estão querendo escandalizar duas coisas ainda dentro desse sistema. O pagamento pela tabela cheia nos preços das passagens e pela contagem de pontos de milhagem adquiridos pelos passageiros. O fato é que as empresas privadas compram seus bilhetes dentro de um planejamento funcional, o que difere do serviço público quanto ao Congresso Nacional, que faz reserva de passagens preferencial, ou seja, com embarque obrigatório. Foi publicado que o Senado tinha até uma diretoria no Aeroporto com seus funcionários só para providenciar o embarque do senador que chegasse e a empresa aérea tinha e ainda tem que ter a vaga garantida. A política de milhagem aí fere tanto o público quanto o privado, pois a contagem é feita no nome do usuário e não do responsável pelo pagamento da aquisição de bilhete. Para se ter uma idéia, hoje em dia a cada 3000 pontos se ganha um trecho de viagem dentro do Brasil em uma política de uma empresa de aviação. A milhagem é creditada ao passageiro, coisa que pode ser modificada e passar a ser para quem paga.

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