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2.6.11

Sacolas plásticas são proibidas

A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 496/2007, que dispõe sobre a proibição da distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas aos consumidores em todos os estabelecimentos comerciais da capital.
Esse projeto deve ter tido sua origem na pressão de ambientalistas e ONGs que vivem desses movimentos meio paranóicos, que acham que deveríamos voltar à era das cavernas e que adoram citar exemplos europeus de políticas socialmente corretas, esquecendo-se ou ignorando o que eles fizeram, no passado, sobre a questão e que hoje não possuem mais os meios físicos para tal. Já devastaram tudo, estão ricos e querendo que o desenvolvimento dos outros não prejudique o que eles prejudicaram lá atrás.
Mas o curioso foi que quem partiu para combater essa iniciativa foi o SIMPEP – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Paraná – e não os órgãos classistas de São Paulo.

E o pior foram os argumentos:

1 – a população está acostumada a aproveitar as embalagens plásticas como sacos de lixo e agora terão que comprar, onerando o orçamento familiar e se esquecem de dizer que desta forma as fábricas que fazem os sacos de lixos terão uma maior demanda, gerando mais empregos;

2 – falam que se trata de material reciclável, mas não falam que uma vez reciclável, perde a consistência e não tem reaplicação de forma continuada.

3 - Quem vai sofrer o impacto da proibição não será somente a população, que terá uma despesa extra com sacos de lixo, mas também os 6 mil funcionários da cadeia produtiva das sacolas plásticas de São Paulo, que poderão perder seus empregos.

Mas ficou uma pergunta no ar: Por que a campanha contra uma lei municipal de São Paulo começou no Paraná?

Atenção senhores e senhoras vereadores de Curitiba. Será que tem algo aí a ver com os senhores?

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