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18.4.12

Novas provas para atrasar julgamento


O advogado Rogério Tolentino, ex-advogado das agências de publicidade SMP&B e DNA e ex-sócio de Marcos Valério, apresentou no mês passado ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma "prova nova" para se livrar da acusação de formação de quadrilha, um dos três crimes a que responde no processo do mensalão. O pedido para examinar a prova pode acarretar atraso do julgamento do processo, previsto para ocorrer ainda este ano.
Logo após a eclosão do escândalo, em 2005, Tolentino, Valério e seus então sócios SMP&B participaram, segundo a Procuradoria-Geral da República, de uma reunião com o contador Marco Aurélio Prata na qual teriam destruído e falsificado documentos para acobertar crimes supostamente cometidos por uma das empresas do grupo.
A SMP&B, que, segundo o Ministério Público, está envolvida nas fraudes, é acusada de ter abastecido o esquema de pagamento de propina para que parlamentares votassem em projetos de interesse do governo Lula.
O advogado levou ao processo como "prova nova" o fato de, numa sentença de fevereiro da Justiça Federal mineira, não ter havido qualquer menção por acusados ou testemunhas à participação dele no encontro, o que o isentaria de formação de quadrilha. No documento, o defensor de Tolentino, Paulo Sérgio Abreu e Silva, classificou de "fantasia mental" a acusação feita pelo ex-procurador-geral da República Antonio Fernando Souza, autor da denúncia do mensalão.

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